Desempenho
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| Discos rígidos: Desempenho x Capacidade |
Recuperação de dados em HD |
|
O desempenho do HD é um fator que influencia muito no desempenho global
do sistema, determinando o tempo de carregamento dos aplicativos e arquivos grandes e até
mesmo a velocidade de acesso ao arquivo de troca. Para ser carregado um programa ou acessado
qualquer outro dado, é preciso primeiramente transferi-lo do disco rígido para
a memória. Pouco adianta ter um processador ou memórias ultra-rápidos,
se a todo momento eles tiverem que esperar por dados a serem transmitidos pelo disco rígido.
Depois da quantidade de memória RAM e cache, o disco rígido é talvez o
componente que mais afeta o desempenho do micro, rivalizando até mesmo com o processador.
As diferentes marcas e modelos de HDs que existem à venda no mercado
apresentam desempenhos bem diferentes uns dos outros. Não é fácil medir o
desempenho de um disco rígido, pois o desempenho do disco é determinado por um
conjunto de vários itens e não é nada fácil tentar resumi-lo a
um único número.
Nenhum programa de benchmark que existe atualmente é muito preciso para
medir a performance de um disco rígido, pois os resultados acabam sempre sendo contaminados
pela performance do resto do equipamento. Se você medir o desempenho de um disco rígido
instalado em um Pentium 4 e em seguida medir o desempenho do mesmo disco instalado em um Atlon 64,
verá que os resultados serão bem diferentes. Além disso estes testes
privilegiam sempre alguns fatores, como o tempo de acesso, desprezando outros fatores igualmente
importantes.
Para piorar ainda mais este quadro, os fabricantes têm o péssimo
hábito de vender discos rígidos informando a capacidade máxima de
transferência de dados da controladora, e não a do disco. Isso é completamente
irreal, pois uma controladora UDMA 33 por exemplo, transmite dados numa velocidade de 33 MB/s,
enquanto a velocidade real do disco fica geralmente em torno de 10 ou 15 MB/s. Outras vezes é
divulgado apenas o tempo de acesso, e muitos acabam concluindo que o disco A é melhor do
que o disco B, simplesmente por ter um tempo de acesso de 9 milessegundos enquanto o outro tem
tempo de acesso de 9,5 milessegundos. Para esclarecer um pouco melhor este assunto, vamos analisar
agora os diferentes fatores que determinam o desempenho de um disco rígido. Pesquisando nos
sites dos fabricantes você quase sempre encontrará estas especificações:
Tempo de Busca (Seek Time): Este é um fator
importante na performance geral do HD, pois é o tempo que a cabeça de leitura
demora para ir de uma trilha à outra do disco. Este tempo é um pouco difícil
de determinar com exatidão, pois o tempo que a cabeça demora para ir da trilha 50
à trilha 100, deslocando-se 50 trilhas, por exemplo, não é 5 vezes maior
que o demorado para ir da trilha 50 à trilha 60, deslocando-se 10 trilhas.
Você não demora 5 vezes mais tempo para ir a um local distante 5 quilômetros da sua
casa do que para ir a um local distante apenas 1 quilômetro, pois além do tempo
necessário para percorrer a distância, existe o tempo de ligar o carro, abrir a
porta da garagem, estacionar o carro, etc. Assim, para ir da trilha 50 à 60, as
cabeças de leitura e gravação poderiam levar 4 milessegundos, levando apenas
10 para ir da cabeça 50 à 100 por exemplo. Estes valores variam em cada marca e modelo
de disco rígido, mas quanto menores forem os tempos melhor será a performance.
Tempo de Latência (Latency Time): Dentro do
HD, os discos magnéticos giram continuamente. Por isso, dificilmente os setores a serem
lidos estarão sob a cabeça de leitura/gravação no exato momento de
executar a operação, podendo, no pior dos casos, ser necessário uma volta
completa do disco até o setor desejado passar novamente sob a cabeça de leitura.
O tempo de latência é tão importante quanto o tempo de busca.
Felizmente, ele é fácil de ser calculado, bastando dividir 60 pela velocidade de
rotação do HD, medida em RPM (rotações por minuto), e multiplicar por
1000. Teremos então o tempo de latência em milessegundos. Um HD de 5200 RPM por
exemplo, terá um tempo de latência de 11,5 milessegundos (o tempo de uma rotação),
já que 60 ÷ 5200 x 1000 = 11,5. Geralmente, é usado o tempo médio
de latência, que corresponde à metade de uma rotação do disco, assumindo
que os clusters desejados estarão, em média, a meio caminho do cabeçote.
Um HD de 5200 RMP teria um tempo de latência médio de 5,75 milessegundos.
Tempo de Acesso (Access Time): O tempo de acesso,
é o tempo médio que o disco demora para acessar um setor localizado em um local
aleatório do disco. Este tempo é um misto do tempo de busca e do tempo de latência
do disco rígido, significando o tempo que o braço de leitura demora para chegar a
uma determinada trilha somado com o tempo que o disco demora para girar e chegar ao setor certo.
O tempo de acesso nos HDs mais modernos gira em torno de 10 a 7 milessegundos (quanto mais baixo melhor).
Head Switch Time: Um disco rígido é
composto internamente de vários discos. Naturalmente, temos uma cabeça de leitura
para cada disco, sendo os dados gravados distribuídos entre eles.
Como as cabeças de leitura são fixas, caso seja necessário ler dois arquivos,
um encontrado na face 1 e outro na face 3 por exemplo, a controladora ativará a cabeça
de leitura responsável pela face 1, lerá o primeiro arquivo, e em seguida ativará
a cabeça responsável pela face 3, lendo o segundo arquivo. O termo "Head Switch
Time", pode ser traduzido como "tempo de mudança entre as cabeças de leitura"
por ser justamente o tempo que o disco leva para mudar a leitura de uma cabeça para outra.
Este tempo é relativamente pequeno e não influencia tanto quanto o tempo de acesso
e a densidade.
Taxa de Transferência Interna (Internal Transfer Rate):
De todos os fatores vistos até agora, provavelmente este é o mais complicado,
pois é o que envolve mais variáveis. Uma definição simplista sobre a
taxa de transferência interna seria a quantidade de dados que podem ser lidos por segundo
pela cabeça de leitura.
Porém vários fatores podem distorcer esta medição. Se os arquivos
estiverem fragmentados, ou for necessário ler vários arquivos gravados em setores
distantes uns dos outros, a taxa de transferência será muito menos do que ao ler um
grande arquivo gravado seqüencialmente.
Se você está ouvindo uma música gravada no disco rígido, os dados a
serem acessados (presumindo que o disco esteja desfragmentado) provavelmente estarão em
seqüência no disco, aumentando a taxa de transferência. Se você porém
começar a acessar dados distribuídos aleatoriamente pela superfície do disco,
acessando vários nomes de um grande banco de dados por exemplo, então a taxa será
muito menor. Quando houver referências à "Internal Transfer Rate" nas
especificações de um HD, pode ter certeza de tratar-se da velocidade de leitura
quando lidos setores seqüenciais.
Cache (Buffer): Os discos rígidos atuais
possuem uma pequena quantidade de memória cache embutida na controladora, que executa
várias funções com o objetivo de melhorar o desempenho do disco rígido.
Neste cache ficam guardados os últimos dados acessados pelo processador, permitindo que
um dado solicitado repetidamente possa ser retransmitido a partir do cache, dispensando uma nova
e lenta leitura dos dados pelas cabeças de leitura. Este sistema é capaz de melhorar
assustadoramente a velocidade de acesso aos dados quando estes forem repetitivos, o que acontece
com freqüência em servidores de rede ou quando é usada memória virtual.
Os dados lidos pelas cabeças de leitura, originalmente são gravados no cache, e a
partir dele transmitidos através da interface IDE ou SCSI. Caso a interface esteja
momentaneamente congestionada, os dados são acumulados no cache e, em seguida, transmitidos
de uma vez quando a interface fica livre, evitando qualquer perda de tempo durante a leitura dos
dados. Apesar do seu tamanho reduzido, o cache consegue acelerar
bastante as operações de leitura de dados. Claro que quanto maior e mais rápido
for o cache, maior será o ganho de performance.
Além do cache localizado na placa lógica do HD, a maioria dos sistemas operacionais,
incluindo claro o Windows 95/98/2000/NT/XP, reservam uma pequena área da memória RAM
para criar um segundo nível de cache de disco. Como no caso de um processador, quanto mais
cache melhor é o desempenho. O tamanho do cache de disco utilizado pelo Windows pode ser
configurado através do ícone "Sistema" do painel de controle, basta acessar
a guia "Performance". Temos três opções: "Sistema móvel
ou de encaixe", "Computador Desktop" e "Servidor de rede".
O uso do cache de disco é o fator que mais distorce os resultados dos benchmarks, pois o
programa não tem como saber se um dado provém de um acesso ao cache ou de uma leitura
física. Os testes de disco mais demorados utilizam arquivos grandes para diminuir este
problema pois como o cache armazena apenas 1 ou 2 MB de dados, a distorção ao ser
lido um arquivo de digamos 50 MB seria muito pequena. Uma dica, não confie em benchmarks
que fazem testes rápidos como o Norton, Wintune, etc. os resultados fornecidos por estes
programas são tão precisos quanto jogar dados, simplesmente não devem ser
levados a sério.
Densidade: A densidade dos platers de um disco
rígido é outro fator com enorme impacto na performance. Quanto maior for a densidade,
menor será o espaço a ser percorrido pela cabeça de leitura para localizar
um determinado setor, pois os dados estarão mais próximos uns dos outros. A densidade
pode ser calculada muito facilmente, bastando dividir a capacidade total do disco pela quantidade
de cabeças de leitura (e consequentemente o número de faces de disco).
Um disco rígido de 4 Gigabytes e 4 cabeças de leitura possui uma densidade de 1 Gigabyte
por face de disco, enquanto que outro disco, também de 4 Gigabytes, porém com 6
cabeças de leitura possui uma densidade bem menor, de apenas 666 Megabytes por face de
disco. A densidade influencia diretamente nos tempos de acesso e de latência do HD,
além disso, com um número menor de cabeças de leitura, o tempo perdido com
o Head Switch também é menor. Muitas vezes encontramos no mercado HDs de mesma
capacidade porém com densidades diferentes. Neste caso, quase sempre o HD com maior
densidade utilizará tecnologias mais recentes, sendo por isso mais rápido.
Velocidade da Interface: A interface determina a
velocidade máxima de transferência, mas não necessariamente a performance do
disco rígido. Em geral, a interface é sempre muito mais rápida do que a taxa
de transferência interna alcançada pelo HD. Porém, em muitas situações
a interface IDE fica congestionada, momentaneamente deixando de transmitir dados. Nestas
situações os dados são acumulados no buffer do HD e em seguida transmitidos
de uma vez quando a interface fica livre. Isto pode ocorrer em duas situações:
quando temos dois discos instalados na mesma porta IDE e os dois discos são acessados
simultaneamente, ou quando o barramento PCI fica congestionado (já que as portas IDE
compartilham os 133 MB/s com todos os demais periféricos PCI instalados).
Nestas situações, ter uma interface mais rápida irá permitir que os
dados armazenados no cache sejam transferidos mais rápido. Porém, em situações
normais o desempenho ficará limitado à taxa de transferência interna do HD.
Marca e modelo x Capacidade: Muitos modelos de HDs
são fabricados em várias capacidades diferentes, o Quantum Fireball Plus KA por
exemplo pode ser encontrado em versões de 20 GB e 40 GB. Neste caso muda apenas o número
de platters e cabeças de leitura, ao invés de ter apenas um platter e duas cabeças
de leitura o disco passa a ter dois platters e quatro cabeças, porém a velocidade
de rotação, densidade etc. continuam as mesmas. Neste caso, apesar da capacidade
de armazenamento aumentar, o desempenho cairá um pouco em relação à
versão de menor capacidade, pois com mais cabeças de leitura será perdido
mais tempo com o Head Switch time e além disso o cache irá tornar-se menos eficiente, já
que teremos a mesma quantidade de cache para uma quantidade de dados muito maior. No caso do
Quantum Fireball Plus KA, a versão de 20 GB mantém taxas de transferência
cerca de 7% maiores do que a versão de 40 GB. Veja que este não é o caso de
todos os HDs do mesmo modelo lançados com capacidades diferentes, um exemplo é o
Medalist Pro da Seagate, a densidade na versão de 6,4 GB é de apenas 1,3 GB por
face, com rotação de 5.400 RPM, enquanto na versão de 9,1 GB a densidade
sobe para 2,3 GB por face e a rotação para 7.200 RPM. O desempenho do HD deve
ser calculado com base nas especificações, e não com base na capacidade.
Mesmo sem ter acesso a qualquer benchmark, apenas examinando a densidade, tempo de acesso, velocidade
de rotação e cache, é possível ter uma boa idéia do desempenho
apresentado pelo disco.
Comparativo
Para ilustrar melhor a situação do mercado de discos rígidos,
apresentarei agora uma tabela com as especificações e o desempenho de alguns modelos
de HDs que, apesar de mais antigos, ainda são muito usados.
|
|
Marca/Modelo
|
Capacidade/
Interface
|
Rotação
|
Densidade
(por face de disco)
|
Tempo
de acesso
|
Buffer
|
Taxa
de transferência interna (1)
|
|
Fujitsu
MPB3064AT
|
6,4
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
2,1
GB
|
10
ms
|
256
KB
|
5,24
MB/s
|
|
Fujitsu
Desktop 10
|
10,2
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
3,4
GB
|
10
ms
|
256
KB
|
5,56
MB/s
|
|
Fujitsu
Desktop 18 5400
|
17,3
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
4,3
GB
|
9.5
ms
|
512
KB
|
6,27
MB/s
|
|
Fujitsu
Desktop 18 (MPD3182AH)
|
18,2
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
4,6
GB
|
9
ms
|
512
KB
|
8,95
MB/s
|
|
Fujitsu
MAG3182LP
|
18,2
GB
Ultra
2 Wide SCSI
|
10.000
RPM
|
3,6
GB
|
5
ms
|
2048
KB
|
10,75
MB/s
|
|
Quantum
Bigfoot TX
|
8,0
GB
UDMA
33
|
4.000
RPM
|
1,8
GB
|
12
ms
|
128
KB
|
4,83
MB/s
|
|
Quantum
Fireball SE
|
6,4
GB
UMDA
33
|
5.400
RPM
|
2,1
GB
|
9,5
ms
|
128
KB
|
5,26
MB/s
|
|
Quantum
Viking II
|
9,1
GB
Ultra
Wide SCSI
|
7.200
RPM
|
1,8
GB
|
7,5
ms
|
512
KB
|
6,78
MB/s
|
|
Quantum
Fireball EL
|
10,2
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
2,5
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
5,72
MB/s
|
|
Quantum
Fireball EX
|
12,7
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
3,2
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
6,48
MB/s
|
|
Quantum
Fireball CR
|
13,0
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
4,3
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
7,37
MB/s
|
|
Quantum
Fireball Plus KA
|
9,1
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
4,6
GB
|
8,5
ms
|
512
KB
|
9,48
MB/s
|
|
Quantum
Fireball
Plus KA
|
18,2
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
4,6
GB
|
8,5
ms
|
512
KB
|
8,81
MB/s
|
|
Quantum
Fireball lct10
|
30,0
GB
UDMA
66
|
5,400
RPM
|
10,2
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
10,22
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 2160
|
6,4
GB
UDMA
33
|
5.200
RPM
|
2,1
GB
|
9,5
ms
|
256
KB
|
5,25
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 2880
|
11,5
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
2,9
GB
|
9
ms
|
256
KB
|
6,32
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 3400
|
13,6
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
3,4
GB
|
9
ms
|
256
KB
|
6,57
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 4320
|
17,2
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
4,3
GB
|
9
ms
|
512
KB
|
6,67
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 6800
|
27,2
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
6,8
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
7,38
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax VL20
|
20,4
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
10,2
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
9,88
MB/s
|
|
Maxtor
DiamondMax 40
|
41,0
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
10,2
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
12,53
MB/s
|
|
Seagate
Medalist Pro
|
6,4
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
1,3
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
5,05
MB/s
|
|
Seagate
Medalist Pro
|
9,1
GB
UDMA
33
|
7.200
RPM
|
2,3
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
6,05
MB/s
|
|
Seagate
Medalist Pro SCSI
|
9,1
GB
Ultra
Wide SCSI
|
7.200
RPM
|
2,3
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
6,07
MB/s
|
|
Seagate
Medalist
|
17,2
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
4,3
GB
|
9
ms
|
512
KB
|
5,90
MB/s
|
|
Seagate
Barracuda 18LP
|
18,2
GB
Ultra
2 Wide SCSI
|
7.200
RPM
|
3,6
GB
|
7
ms
|
1024
KB
|
9,83
MB/s
|
|
Seagate
Barracuda ATA
|
28,0
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
7,0
GB
|
8,5
ms
|
512
KB
|
12,15
MB/s
|
|
Seagate
Cheetah 36LP UW3 SCSI
|
36,7
GB
Ultra
3 Wide SCSI (160 MB/s)
|
10.000
RPM
|
6,1
GB
|
5
ms
|
4096
KB
|
15,07
MB/s
|
|
Western
Digital Caviar
|
6,4
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
2,1
GB
|
9,5
ms
|
256
KB
|
5,18
MB/s
|
|
Western
Digital Caviar
|
10,1
GB
UDMA
33
|
5.400
RPM
|
3,4
GB
|
9,5
ms
|
512
KB
|
5,75
MB/s
|
|
Western
Digital Caviar
|
20,4
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
5,1
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
7,44
MB/s
|
|
Western
Digital Caviar 7200 RPM
|
20,4
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
10,2
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
13,21
MB/s
|
|
Western
Digital Caviar
|
30,7
GB
UDMA
66
|
5.400
RPM
|
10,2
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
10,27
MB/s
|
|
Western
Digital Expert
|
18,0
GB
UDMA
66
|
7.200
RPM
|
4,6
GB
|
9
ms
|
2048
KB
|
8,49
MB/s
|
|
Western
Digital Enterprise
|
18,3
GB
Ultra
2 Wide SCSI
|
7.200
RPM
|
3,0
GB
|
7
ms
|
2048
KB
|
11,20
MB/s
|
|
Western
Digital Enterprise 10k
|
18,3
GB
Ultra
2 Wide SCSI
|
10.000
RPM
|
4,6
GB
|
5,2
ms
|
2048
KB
|
16,49
MB/s
|
|
Recuperacao de disco rigido |
|